O prometido texto, depois gostava de ver algum feedback:
“(...) esta doação faço, não por mando, ou persuação de alguém, (...) e porque em a vossa Irmandade [Ordem do Templo] e
em todas as vossas obras sou Irmão (...) Eu o Infante D. Afonso com minha própria mão roboro esta carta.”
Exerto de carta de doação de Soure por D. Afonso Henrique aos Templários, 1129.
“Pensamos que houve entre nós, senão connosco, uma organização esotérica que, de uma maneira perfeitamente consciente e intencional, procurou a partir desta Pátria, a que deu existência, redimir o mundo do mal e da divisão.”
António Telmo in “O Mistério de Portugal – Na Historia e n’Os Lusíadas”.
Este texto pode ser considerado incompleto visto ainda não ter lido todos os livros sobre o assunto como desejava, mas á medida que isso aconteça venho cá por actualizações.
Ok, vamos todos supor que de facto existe uma organização secreta chamada Prieuré de Sion e que essa organização, como é defendido no Holy Blood Holy Grail, esteve por de trás da criação da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão e tem alguma estranha relação com os mistérios do Graal.
Ora bem, então é de supor que, pelo menos até 1188 (Corte do Olmo e a suposta separação entre a Prieuré e os Templários) onde estavam os Templários, estava a Prieuré, e isso, como é obvio inclui Portugal.
Tentando não arrastar muito o tema vamos ver os pontos importantes. Tudo se começa a formar na Borgonha, esta é a terra de Hugues de Payens, fundador da ordem do Templo e suposto Grão Mestre da Prieuré. Este na companhia dos seus oito companheiros, um dos quais da zona do condado Portucalense, rumam a Jerusalém para a fundação da sua ordem. Um pouco antes S. Hugo, abade de Cluny e também borgonhês, providencia o envio de vários cavaleiros da Borgonha para auxiliar a reconquista da Península Ibérica, entre os quais o futuro Conde D. Henrique, de quem S. Hugo era tio-avô.
Um dos primeiros cavaleiros a chegar cá foi D. Raimundo, primo de D. Henrique, que mais tarde casa com a filha legitima de D. Afonso IV de Leão, D. Urraca e torna-se governador da Galiza.
Entretanto chega D. Henrique e como recompensa pelas vitorias sobre a moirama é lhe dada a mão de D. Teresa, filha ilegítima de Afonso IV e o Condado Portucalense, que depois de fixado no seu condado este mesmo conde trata de fazer peregrinação à Terra Santa por razões não explicadas, onde os Templários já estavam fundados.
Ambos os borgonheses iniciam uma conspiração com o objectivo de tornar a Galiza e o Condado Portucalense independentes, criando assim um reino com fortes laços á Borgonha.
Receosos dos planos dos borgonheses os nobre leonenses e castelhanos, em 1104 persuadem D Afonso VI a considerar como herdeiro legitimo ao trono o Infante D Sancho, filho de moura Zaida, nora do rei de Sevilha, refugiada na sua corte.
Isto vem destabilizar o plano de ambos os burgueses de D. Raimundo subir ao trono, de tal forma que ambos reúnem-se secretamente, em 1105, provavelmente em Janeiro, no Mosteiro de S. Isidoro de las Dueñas, no Reino de Castela. Na presença do monge Dalmácio, legado do Mosteiro de Cluny, os dois condes assinam um pacto cujo conteúdo resumido é algo como:
Henrique reconhece Raimundo como legitimo sucessor de Afonso VI nos Reinos de Leão, Castela e Galiza, e propunha-se a defendê-lo contra qualquer homem ou mulher, na qualidade de seu vassalo. Raimundo prometia, no caso de se tornar rei, conceder a Henrique o governo do território de Toledo e um terço de todos os seus tesouros ou o reino da Galiza.
Tal pacto fracassou por completo com os acontecimentos que se seguiram, mas mostra com clareza a ambição de ambos os borgonheses.
Dois meses depois nasce Afonso Raimundo, filho de Raimundo e Urraca, dando força à facção borgonhesa.
Em Dezembro de 1106, Afonso VI contrai a doença de que viria a falecer, fazendo a sua fraqueza despertar varias intrigas. Em Setembro de 1107 morria D. Raimundo. Em Maio de 1108 morre também D Sancho, na batalha de Uclés.
Neste mesmo ano o debilitado D. Afonso VI reúne cortes em Toledo, nas cuias D. Henrique é considerado traidor, provavelmente pela sua oposição a segundo casamento de D. Urraca com Afonso I de Aragão, o que faria com que Afonso Raimundes apenas ficasse com o trono da Galiza, e como tal acabar de estragar os seus planos e do falecido D. Raimundo.
Nesta altura supõe-se que D. Henrique faz uma viagem de regresso à Borgonha, provavelmente para ser instruído num novo plano de acção, devido à grande mudança de panorama político.
Em 1109 morria D. Afonso VI e o abade Hugo de Cluny, o grande orientador dos cavaleiros borgonheses na região. Assim D. Henrique fica sozinho, seno Afonso Raimundes ainda uma criança e nas mãos do “inimigo”.
Entretanto estala um conflito armado entre os recém casados, D. Urraca e D Afonso I de Aragão. D Henrique volta e começa, de uma forma estranha, a auxiliar tanto um lado como o outro, estabilizando a sua posição e ganhando sucessivas recompensas pelos serviços prestados.
Mas em 1111 o bispo Diego Gelmírez com o apoio de Pedro Froilaz, tutor de Afonso Raimundes, trata de o corar rei de Galiza com apenas seis anos, e tornando-o um fantoche nas suas mãos, acabando de destruir a influencia borgonhesa na Galiza Henrique agora sim estava sozinho, sendo o único reduto burgunhes na península o Condado Portucalense, mas este acaba por morrer em 1112 em Astorga.
É mais que obvio que D. Raimundo era um político e D. Henrique um guerreiro, as duas peças essenciais para a criação do novo reino, cujas funções o destino acabou por colocar nos ombros de um só homem, D. Afonso Henriques.
Este rapidamente se torna amigo de Bernardo de Claraval (S. Bernardo), também ele da Borgonha e primo de Hugues de Payens, com o qual o nosso primeiro rei é dito ter tido varias conversas por telepatia. Então vem a onda Templaria para o nosso país, dois anos antes da sua oficialização pela igreja, e a conquista das nossas fronteiras começa, não se tendo alterado muito desde então. Juntamente com isto os Templários fazem renascer por todo o país os vários cultos ás varias “nossas senhoras”, reconstruem varias capelas em antigos locais sagrados pagãos e fazem nascer o Culto ao Espirito Santo, em que mais tarde são auxiliados pela Rainha Santa Isabel (mas este tema só por si dá para um ou vários livros).
Isto são os factos históricos aceites pela comunidade no geral, mas outros autores desde então têm sugerido algo mais que isto.
No mínimo toda esta historia é estranha, há uma clara conspiração, para não falar obsessão, Borgonhesa para a criação de um novo reino na costa Ocidente da Europa e os Templários aparecem nisto tudo como uma mais valia para esse reino. António Telmo chega realmente a dizer que Portugal apenas existe por causa dos Templários e a razão da existência dos Templários é Portugal.
As informações que vou disponibilizar de seguida são essencialmente tiradas dos livros “Historia Misteriosa de Portugal” de Victor Mendanha, “O Mistérios de Portugal – na Historia e n’Os Lusíadas” de António Telmo e “Os Templários na Formação de Portugal” de Paulo Alexandre Loução. Nenhum destes é tão rigoroso como o Holy Blood Holy Grail, tendo os seus autores a tendência para por vezes divagarem em especulações com muito pouco rigor histórico, mas não deixa de ser uma hipótese fascinante que não faz mal ter conhecimento.
Victor Mendanha diz que efectivamente o Corte do Olmo separou as duas ordens, mas no entanto o seu objectivo principal e plano para Portugal permaneceu inalterado. Podem depois ver-se três secções distintas dentro da Ordem do Templo, a secção de Terra Santa, a secção Francesa e a secção Portuguesa (cujo símbolo é a cruz orbicular, raramente utilizada pelos Templários fora do país). A secção da Terra Santa é destruída quando os Cristão perdiam Jerusalém para os Muçulmanos (1187, um ano antes do Corte do Olmo) e a secção francesa é destruída entre 1307 e 1314, restando apenas a secção lusitana.
A questão agora é “porquê?”
Novamente Victor Mendanha sugere que a brutal destruição da Ordem do Templo em França foi provavelmente prevista, mas não evitada. Os Templários eram a ordem militar mais poderosa e rica do mundo conhecido, estavam em todo o lado, eram inclusive mais poderosos que alguns reis. Tamanha propagação e fama iria comprometer o seu “verdadeiro plano oculto”. Também, a Ordem necessitou de Jacques de Molay sacrificado como Jesus para dar nova vida aos restantes Templários.
Agora volta-se a focar Portugal. Este é o reinado de D. Dinis, amante da literatura e poesia provençal, trazida para Portugal e Galiza por refugiados Cátaros que a Rainha Santa Isabel acolheu em Carção (uma derivação de Carcassonne) no Norte do País.
Antes de subir ao trono D. Dinis viaja ao Sul de França, onde passa vários meses, especialmente em Gisors, tempo suficiente para ser iniciado nos planos da Prieuré para o reino.
Quando os Templários são extintos em França, o Papa passa as Bulas Regnans in Caelis e Callidi serpentis vigil decretando para que o Templários Portugueses serem detidos e todos os seus vastos bens apreendidos e doados á ordem dos Hospitalarios. Tal não acontece, os Templários Portugueses simplesmente desaparecem e pouco depois surge a Ordem da Milícia de Jesus Cristo, oficializada pela Bula Ad ea exquibus cultus augeatur divinus, á qual são atribuídos todos os bens dos antigos Templários. Provavelmente sobre as instruções da Prieuré.
Assim é criado uma nova ordem, rica sem duvida, mas com a folha limpa.
Seguidamente D. Dinis ordena a plantação de pinhais e florestas por todo o país e a sua missão dada pela Prieuré acaba.
Quando os pinheiros plantados ficam maduros surge O Infante D. Henrique, o Navegador (Nautonnier), o novo representante da Prieuré em Portugal.
Este inicia os Descobrimentos e a época de ouro Portuguesa. Usa a madeira dos pinheiros planada por D. Dinis para fazer as suas naus e caravelas e vai buscar praticamente toda a totalidade dos seus navegadores á Ordem de Cristo, todos eles iniciados no grande plano borgonhês.
Mesmo nesta altura a influencia física da Borgonha é notória em Portugal. Vejamos uma das possíveis interpretações dos enigmáticos Painéis de S. Vicente de Fora (do livro Portugal – Razão e Mistério, Vol. II de António Quadros).
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I - Painel dos Cirterciences
1- O Esmoler do Rei, cirterciense de Alcobaça, se não o proprio Dom Abade.
II - Painel das Confrarias do Espírito Santo
2 - Frei João Álvares, religioso da Ordem de Avis, companheiro do Infante Santo em Fez e seu biógrafo; figura de intelectual e de místico, ao tempo retirado para a Comfraria do Espírito Santo, em Lagos.
III - Painel da Aliança no Espírito Santo
3- Infanta D. Joana «Santa Joana Princesa».
4- Isabel de Avis, filha de D. João e Duquesa-mãe de Borgonha.
5- Imagem de Infante Santo, mostrando o Evangelho de São João.
6- Rei D. Afonso V.
7- Carlos o Temerário, neto de D. João I, o Grande Duque do Ocidente já Duque da borgonha.
8- Infante D. João, futuro D. João II
IV - Painel da Missão das Ordens de Cristo e de Avis
9- D. Fernando, irmão de D. Afonso V; 9º governador da Ordem de Cristo, representante da Ordem de Avis, Mestre de Santiago, Contestavel de Reino, Duque de Viseu.
10- Seu filho D. Diogo, futuro 12º Governador da Ordem de Cristo.
11- Seu filho mais velho, D. João, futuro 11º Governador de rdem de Cristo.
12- D. Jorge da Costa, Conselheiro de D. Afonso V, Arcebispo de Lisboa futuro Cardeal de Alpedrinha.
13- D. Jorge da Costa, homónimo e meio-irmão de Cardeal, Deão da Sé de Lsiboa.
14- Segunda imagem do Infante Santo, agora com a vara simbólica do Mestrado de Avis, investindo o Mestre das 3 Ordens e Contestavel, na missão de libertar o seu corpo.
15- D. Fernando II, Duque de Guimarães, filho do Duque de Bragança, futuro comandante da esquadra para a expedição de 1471 a Marrocos.
16- D. João, seu irmão e Marquês de Montemor
17- O cronista Gomes Eanes de Zurara.
V - Painel dos Cavaleiros
18- D FernandoI, 2º Duque de Bragança, que seria regente durante a expedição
19- D. João Coutinho, Conde de Marialva, que comandaria um dos corpos do Exercito, no ataque a Arzila.
20- D. Herrique de Menezes, Conde de Valença, filho de D. Duarte de Menezes
21- D. Álvaro de Castro, Conde de Monsanto, Camareiro-Mor de D. Afonso V e futuro comandante do outro corpo de exército.
VI - Painel da Reliquia
22- Provedor da casa de Santo Antonio, mostrando uma reliquia do Santo.
23- Um criado da casa do Infante Santo? Um Franciscano?
24- Olivier de le Marche, Cronista da Borgonha, amigo e embaixador de Carlos o Temerario, apresentando um teexto alegorico relacionado com o milagre pedido a Santo Antonio, de salvar-se o corpo do Infante Santo.
(Para mais informação sobreos Paineis de S. Vicente de Fora vejam:
http://paineis.org/)A todos os navegadores que saiam de Portugal o Infante dizia sempre a mesma coisa: “Tragam-me notícias do Preste João das Índias!”
Quem é o Preste João?
Supostamente Preste João era um soberano de um reino cristão idílico, descendente do Rei Salomão e da Rainha do Sabá e como tal um membro da casa de David, a mesma de Jesus Cristo. Supostamente praticante de Cristianismo Copta, tendo sido dada uma cruz desta mesma confissão ao Conde Henrique na sua viagem a Jerusalém, que mais tarde foi adaptada para o símbolo do Ordem de Avis.
A esta altura era já reconhecido como Preste João, ou melhor, como “um” Preste João, o Rei Negus da Abissínia (Etiópia).
Quando contactado o reino de Preste João, são iniciadas fortes trocas diplomáticas e comerciais entre os dois reinos, entre os quais o envio de um Mestre de Alquimia Copta de Alexandria que inicia D. Afonso V nesta via iniciativa. Tais trocas culminam com a proposta, da parte Etíope, na fusão das casa reais Portuguesas e da Abissínia. No entanto todos os planos são destruídos quando o embaixador de Preste João, Zaga Zaab, também ele um praticante de Cristianismo Copta é apanhado pela inquisição e consequentemente morto.
Mas aqui a questão torna-se mais complicada. Segundo António Telmo, existiam simultaneamente quatro Prestes João. Um na Abissínia, encontrado pelos Portugueses, um na Índia, um na Mongólia e outro no Tibete. Isto sugere ainda com mais força que “Preste João” era um titulo atribuído a determinado indivíduo por um poder ainda maior.
Se agora analisarmos alguns “Romances do Graal” vamos encontrar mais pistas, livros estes em que os autores do Holy Blood Holy Grail também basearam grande parte da sua investigação. Nestes é referida uma terra junto do Ocidente, junto ao mar, a terra de Anfortas ou Afonso, o Rei pescador, onde estará o Graal, protegido pelos templários. Uma terra a Ocidente, junto ao mar, com Templários e com um Rei chamado Afonso só conheço uma... Portugal!
Mais ainda, no “Percivali li Gallois” o Graal é levado por Templários (os navegadores da Ordem de Cristo), numa nau com cruz vermelha sobre vela branca. Novamente Portugal. E finalmente no “Titurel” o Graal acaba por ser levado para o reino de Preste João na Índia, onde ficará “junto do Paraíso”. Isto é uma clara alusão ao Shambala-Agarth, a divina terra mítica do Tibete.
E aqui está! O grande plano nacional da Prieuré desvendado (ou não...), tudo não passou de uma forma de chegar ao Oriente distante e entrar em contacto com os Preste João embaixadores do divino Shambala.
O que o transporte do Graal para esta terra de mistérios significa, não faço ideia. Mas é possível, se a tese de Michael Baigent e amigos estiver correcta, que o objectivo disto tudo seria dar uma nova “injecção” e sangue divino, supostamente abundante no Shambala, á linhagem de Cristo, que já o possui.
Mas não acaba por aqui. O ultimo episódio desta estranha historia dá-se apenas na década de 70.
Nesta altura Rainer Daehnhardt, o alemão mais Português do mundo e presidente da Sociedade Portuguesa de Armas Antigas, habitava nos Açores. A sua fama de mecenas da cultura portuguesa e tudo quanto seja Portugal antigo fez com que ás suas mão fossem parar três estranhos pergaminhos. Tratam-se de três pergaminhos redigidos numa escrita chamada “gée”, usado por sacerdotes Coptas abexins.
Ora bem, quais são as probabilidades de pergaminhos Coptas estarem perdidos nos Açores? Os únicos dois sítios de onde esses pergaminhos possam ter originado são, Alexandria (muito pouco provável) ou o Reino Copta do Preste João de Abissínia, tal não é disparatado.
Durante as intensa trocas entre os dois reinos Portugal enviou vários navios de tropas para auxiliar Negus nas suas campanhas. Sem problema nenhum estes pergaminhos teriam sido enviados num desses barcos, que frequentemente faziam escala nos Açores. Sabendo os navegadores da Ordem de Cristo o perigo que estes mesmos pergaminhos correriam em Portugal devido á inquisição também não é de todo improvável que tenham sido guardados nestas mesmas ilhas.
Supostamente estes serão os misteriosos pergaminhos que são mencionados nas profecias do Papa João XXIII:
«Rolos de papel serão encontrados nos Açores e falarão de antigas civilizações que aos homens ensinarão coisas antigas por eles desconhecidas.»
Estes pergaminhos estão neste momento a ser traduzidos pelo próprio Rainer Daehnhardt. É uma questão de tempo.
Qual então o objectivo da Prieuré? O Shambala? Os pergaminhos? Ou os dois?
É provável que tudo isto seja só um monte de tanga, mas não deixa de ser um monte de tanga interessante. Não sei se a Prieuré existe ou não, se tem poder real ou não. Acredito sim que existe uma Ordem, deste o inicio da civilização, uns chamam-lhe “The White Brotherhood”, “The Sages” ou simplesmente “The Organization”. Se é a mesma que a Prieuré acho que não é relevante, mas não acredito que isto tudo sejam apenas coincidências.
PS: mais tarde ou capaz de ilustrar isto, fiquem de olho aberto.