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Maria de Magdala: a Verdade, The Truth is Out There
| silent_dark |
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Escritor de 2ª
   
Group: Members
Posts: 609
Member No.: 15
Joined: 31-March 04

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O post fica agora no sítio certo, para podermos retomar a discussão.
Posto aqui uma notícia curiosa da revista Actual do Expresso deste sábado (9/X). A dita cuja revista dedicava dois artigos ao Código da Vinci. A teoria mais interessante dum deles, eu apresento-a de seguida. O outro, analisava o lado matemático do Código da Vinci, afirmanado que o número FI não tem tanto lado místico e propriedades como lhe são atribuídas. Mas como este tópico não é para discutir DVC (para tal já temos outro), passo a apresentar o que diz respeito à Maria, pelas minhas próprias palavras (a revista, não a tenho auqi ao lado, na escola, donde escrevo).
Pelos vistos, terá sido um grande problema para a Igreja Católica o facto de Maria Madalena ser a primeira testemunha da ressureição de Cristo. Nos primeiros tempos, era de facto algo indesejado, pois não se compreendia porquê ela, porquê? Vários teólogos de então chegaram a dizer que não se tratava de Madalena, mas de Maria, mãe de Jesus, e muito squiseram-se agarrar a esta teoria. Foi então que algué se lembrou dum promenor interessante: de acordo com a lei romana, as testemunhas dum dado acontecimento não deviam ser familiares. Ora se Madalena a quem Cristo aparece ressuscitado fosse Maria, sua mãe, então esse testemunho deixaria de ter validade. Mas se se tratasse da verdadeira Maria Madalena como o texto indicava, então, o testemunho dela seria válido à luz da lei romana.
Isto foi basicamente o que apreendi da ideia geral do autor do artigo, que tem num site online a tese dele, dedicada, pelos vistos, a estas questões. Não tive ainda a oportunidade de ver o tal site enm o sei de cor, mas a ver se da próxima vez que aqui postar venho acompanhado da revista...
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| silent_dark |
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Escritor de 2ª
   
Group: Members
Posts: 609
Member No.: 15
Joined: 31-March 04

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Adendas do artigo do “Expresso” anteriormente referido. “Este tema é tratado na minha tese de doutoramento, disponível «on-line» em http://www.fcsh.unl.pt/docentes/hbarbas ” “...não percebe que o Grall, dito «Santo» por conter sangue de Jesus, é ele próprio uma «cristianização» do mito celta, e não refere as suas originais lendas inglesas...” O que dizem a isto?
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| Sith'Ari |
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Escritor de 2ª
   
Group: Moderadores
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Member No.: 17
Joined: 31-March 04

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quanto à cena do graal, bem, isso é uma ideia bastante generalizada( até o tomoe pensava isso quando nos conhecemos ) pois o mito celta é o da caldeirinha dagda(nao se deve escrever assim) mas qt a este acho k o tomoe deve estar mais informado.
no entanto, basta ler o HBHG, ou o TR, nos seus capitulos obre o Graal para se perceber k isso é falso. A lenda do graal não é uma cristianização dum mito anterior, quanto muito a lenda do graal como o copo da ultima ceia sim, é uma cirstianização.
nos primeiros romances do graal, o graal não era identificado como um cálice, aliás nem era identificado com nada. havia um procissão de objectos que incluia uma lança que sangrava da ponta e uma cabeça numa bandeja (bandeja em frances antigo é graal, e a cabeça de João, baptista foi entregue a Salomé num bandeja) e apenas era dito que o graal estava na procissão. posteriormente o graal tomou a forma do lapsit exillis(se nao me engano) que não é latim correcto mas que tem sido traduzido como pedra do céu(ou semelhante). só mt posteriormente este foi identificado com o copo da ultima ceia e, mais recentement, com a descendencia de yeshua
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| Sith'Ari |
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Escritor de 2ª
   
Group: Moderadores
Posts: 609
Member No.: 17
Joined: 31-March 04

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posso ainda acrescentar sobre a lapsit exillis estas quotes. a 2a quote pode ser pura especulação, mas a 1a mostra o simbolismo da lapsit exilis
| QUOTE | | The Ordo Lapsit Exillis is named after the Stone that fell from Heaven, the fabled jewel that is said to have fallen from Lucifer’s crown during the war in Heaven, and which in the occult is used as a symbol of enlightenment - of the descent of divine light form the mind of God into the mind of Man. As such it symbolizes Venus, the Morning Star, as well as the Luciferian doctrine of the initiates, the secret knowledge which men are not allowed, and which Lucifer’s angels were cast from Heaven for sharing with man. In Freemasonry, this is symbolized as the Blazing Star , which is often depicted as falling from Heaven. As Albert Pike writes in Morals and Dogma, The Blazing Star has been regarded as an emblem of Omniscience, or the All-Seeing Eye, which to the ancients was the Sun. Masons also represent the Lapsit Exillis as the Stone that was rejected - the secret cornerstone of Solomon’s Temple which symbolizes the core of their teachings. |
| QUOTE | | The stone that fell to earth was an emerald that adorned Lucifer’s forehead. It was cut into the shape of a bowl by a faithful angel, and thus the Grail was born. It was given to Adam before he was expelled from the Garden of Eden. Seth, Adam’s son, having temporarily returned to the earthly paradise, took the Grail along with him. Other people transported the Grail to Montsegur, a fortress in the Pyrenees, which Lucifer’s armies besieged in order to get the Grail back and put it into their leader’s crown, out of which it had fallen; but the Grail was allegedly saved by knights who hid it within a mountain. - Julius Evola, The Mystery of the Grail. |
qt ao interesse pelo Graal em si, já concordei mais com o Tomoe, agr não. As minhas investigações levam-me a concluir que os objectos mais provaveis para serem o Graal são deveras importantes, embora creio que não para o individuo mas para a humanidade em geral.
Desculpem a ambiguidade, mas não quero revelar nada antes de estar polido.
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| silent_dark |
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Escritor de 2ª
   
Group: Members
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Member No.: 15
Joined: 31-March 04

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Não vi o documentário, somente o debate, mas não foi de modo nenhum revelador nem acrescentou grande informação nova. Os "especialistas" era a historiadora Helena Barbas, que fez uma tese sobre Maria Madalena, o economista Carreira das Neves, e dois padres. Todos contra o DVC. A única que valeu a pena ouvir foi mesmo a historiadora, que disse uma ou outra coisa que me chamou a atenção, mas de resto... Para além do mais, só se discutiu Maria Madalena, e não o Priorado do Sião, que eu julgo que tem sido um dos temas tornados tabu e que não tenho visto serem discutidos... E em ontem lá saiu o 'Anjos e Demónios' - mias dinheiro para o Dan Brown.
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