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 Críticas, é aqui
Oblivion
Posted: Nov 16 2004, 06:44 PM


Boss (not bottled)


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Notei que ainda não havia por aqui um espaço especificamente para criticar os escritos do silent dark, pelo que o criei.
Por exemplo, o askane, que tem a candidatura em curso, pode comentar aqui logo que possa.
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17th_angel
Posted: Dec 15 2004, 01:01 AM


Escritor sem editora


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Bom aqui vai a minha crítica ao teu conto de sci-fi, visto que por razões pessoais n te comentarei a poesia(razões pessoais lol pk simplesmente n konsigo komentar poesia bem).

Então é assim todo o cont está muito, mas mesmo muito bem escrito, li k tinha sido uma tradução livre de um conto de um autor k tu prontamente identificas, tenho de perguntar quão livre foi a tradução.
Não notei o teu habitual jogo de palavras(posso estar terrivelmente enganado em relação a isto mas pareceu-m pelas krónicas k escreves k isso é algo k imprimes em grande parte à tua escrita), n notei esse jogo e as koisas passaram-se muito suavemente.

As descrições estão óptimas, sucintas e contando-nos o essencial, só mesmo lendo para saber disto, mesmo dos próprios robôs, a descrição do encontro amoroso, do conflicto final, da Clarice, está td mm muito bom k mais posso dizer.

O diálogo entre os diálogo entre os dois está também magnífico com as várias invocações de teorias e de citações por outros proferidas, n gosto usualmente de diálogos em forma de solilóquios, mas neste caso esta realmente era a forma q melhor resultava, o sem ´número de referências dos diálogos, as posições quase sempre contraditórias entre os dois protagonistas, e o desespero final de um dos robôs no final, foram tudo pontos explorados até ao seu máximo.
Quanto à conclusão em si, excelente, excelente mesmo, a parte do homicídio e suicídio, apesar de achar q o andróide suicida nunca se iria deixar vergar pelas filosofias niilistas do outro(n m lembro dos nomes deles foi referido?) simplesmente pq ele defeniu completamente e no seu âmago o q era a religião e a fé.

Quanto à estória do conto em si mesma, bem este é sem dúvida um tema pouco habitual(do k eu já li, a perspectiva dos robôs é abordado de forma diferente), ainda assim é muitíssimo bem explorado, pessoalmente penso k haveria melhores temas para se escrever mas no seu género é deveras bom, n concordei com as conclusões retiradas pelas andróides, a respeito do amor e do sexo, mas foi sem dúvida muito interessante perceber k pela perspectiva deste texto os robôs eram uma imitação de vida, completamente artificiais, programados e sem liberdade, muito bem, especialmente outra vez, a parte final, tanto qdo eles se referem ao momento em k estao a viver e se interrogam se alguma vez akela historia passará a estoria komo no comando final: format c, e no k o andróide suicida escreveu.

Isto vai soar muito mal, mas realmente em grande parte isto era 1 tradução n era silent?É pq se n era entao este texto deve ter sido em termos de escrita o melhor, mas de longe, q eu ja li dos utilizadores deste fórum, é k está mm bom, e sem os teus habituais jogos de palavras(ok mais uma vez isto é uma preferência pessoal visto k eu n gosto nada da escrita kdo mete grandes jogos de palavras, repetições exageradas e palavras similares na grafia e fonia para mim a escrita deverá ser simples e fluida, com figuras de estilo k a adornem mas sem exageros), estes noto-os em muito menor escala e dimensão, tornando-se muito mais aprazíveis.

Escrita soberba.

This post has been edited by Askane on Dec 15 2004, 01:04 AM
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Bad Girl
Posted: Dec 17 2004, 11:37 PM


Escritor sem editora


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já li o conto que me enviaste, por isso venho aqui comentar.

devo dizer primeiro que estranhei que fosse uma tradução e não um trabalho teu, mas de qualquer maneira ao ser uma tradução ´´e também um trabalho teu. tentei encontar o conto original na internet para comparar mas como não encontrei não tive hipotese disso.

devo dizer que achei a história muito bem escrita com descrições detalhadas que ajudam o leitor a criar uma imagem clara da cena em questão. Gostei dos diálogos, embora não apreciasse muito aquela cena de repetires duas vezes o mesmo.

a história em si, dos robots se assemelharem aos humanos e imitarem-no, divo dizer que teoricamente seria algo impossivel, falo principalmente do facto de bebeerem wisky. Isso, os liquidos fariam com que os circuitos electrónicos da máquina deixassem de funcionar. lembrei-me logo do filme Inteligência artificial. depois o facto do outro robot exprimir sentimentos como amor e raiva entre outros. acho que também seria impossivel já que os robots são apenas máquinas programáveis e sentimentos como aquiles implicam muito mais, reaçãos impossiveis fde controlar e isso é uma das coisas que nos torna humanos.
gostei particularmente das citações referidas de Tolstoi, Nietzsche, Marx e outros.

adorei a entrada do mitologia nordica em cena. a história de Balder encaixa como uma luva no conto.

apesar de tudo se passar com robots a sensação que tivo foi que na realidade era de humanos se tratavam, com todos aqueles sentimentos e opiniões diferentes de cada um. Aquele robot que defendia que os robots também podiam amar e tal realmente fez-me lembrar o filme I Robot, no qual um robot (sonny axo, também tinha snetimentos e sonhos até). aparecia mesmo que ele se estava a tornar num humano. e por falar em humano admito que achei engraçado o facto dos robots acherem os humanos de giros e que deviam estar no zoo.

Contos destes devo dizer que não existem muitos, embora existam alguns ou já se comece a pensar já neles.

a parte de que mais gostei foi a ultima parte em que o robot se enfurece e elimina o outro atirando-o pela janela (acto que considero muito humano, um programa apenas não conseguiria provocar tal reação) e depois quando a policia chega e ele usa o format c, que tu definiste também como portador-do-sempre-sono, realmente algo bem adequado. as palavras no fim definem definitivamente o conto.

em conclusão é um conto simples, bem escrito com optima sonoridade e fluidez. adorei o texto. parabens pelo exelente trabalho de tradução.
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silent_dark
Posted: Dec 25 2004, 11:19 PM


Escritor de 2ª


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Pretendo depois responder com mais pormenor às vossa críticas, as quais agradeço já bastante. Como já dizia no mail, no que me toca, não precisam de ler mais nada agora na vossa candidatura.
Queria porém deixar claro que o conto é meu: é uma pseudotradução- como eu lhe chamo na capa- porque o conto original foi escrito em inglês, onde havia aquilo que os ingleses laconicamente apelidam de 'pan'- jogos de palavras. Estes eram muitas vezes intraduzíveis para português (por exemplo, "Change isn't chance") e por isso eu preferi, em certas partes, reescrever o conto quando o traduzi para português, daí o título de 'pseudotradução' que lhe atribuí. Mas o conto- tanto o inglês como o português- são originais meus.

Mais tarde comentarei mais detalhadamente as vossas críticas. Mais uma vez, muito obrigado por elas.
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Snipper Lundur
Posted: Dec 30 2004, 02:16 PM


Grande Escritor


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Antes de começar o meu comentário queria apenas opinar acerca do que disse a elfa da luz, que os robots não poderiam beber whiskey. Isso seria, por exemplo, no A.I., mas esta história é de todo diferente e nada te indica que a construção dos andróides não era feita para permitir tal, pelo que me parece perfeitamente bem que bebam e mais ainda, é um detalhe que enriquece o texto (e me deixa a pensar: o que acontece depois ao whiskey? deve ser "evacuado" :P , pronto a reutilizar.

Bem, quanto à minha opinião:

Acho que escreveste tudo muito bem, como é hábito e esperado, pelo que não me vou alongar no campo da escrita, onde a minha opinião te é já conhecida. Apenas aponto um erro tipográfico, se ainda me lembro, no início do último parágrafo de uma página em que falam do sexo. Acho que escreveste qualquer coisa (lembro-me que tinha hífen) em que falta um "u".

Quanto à questão filosófica do texto, acho muito bem conduzida a conversa entre os dois robots, de forma tão humana que faz o leitor indagar-se imenso acerca da malhas da robótica na realidade que descreves, e nesse campo realço a historia das machinas. O único pequeno senão é que está um pouco dissimulada, difícil de apanhar à primeira, a ideia de o robot mais novo ter chegado à conclusão determinista da sua existência; por momentos não percebi muito bem o porquê do robocídio, se bem que pensando um bocadinho cheguei lá. Não sei se era a tua intenção mas sugiro que, se procurares alterar e aperfeiçoar alguma coisa, tornes a dita conclusão ligeiramente mais óbvia. Torna o propósito do conto mais claro.
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Daemonfey
Posted: Jun 20 2005, 05:21 PM


Escritor do Círculo


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Estive a analisar os textos líricos, ficando particularmente encantado com a facilidade com que associas temas, sempre com uma forte presença filosofica. Mitologia, poemas sobre etica, visões amorosas, caracteres deambulatores.

Gostei especialmente do tratamento dado ao Onze.

Também gostei do teu caractér bilingue, demonstrado em Elissa.

O Gineceu achei-o muito interessante e notado de uma mística e carisma próprios.

O conto sci-fi é o próximo a analisar.

This post has been edited by Daemonfey on Jun 20 2005, 05:23 PM
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