Críticas, é aqui
| 17th_angel |
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Bom aqui vai a minha crítica ao teu conto de sci-fi, visto que por razões pessoais n te comentarei a poesia(razões pessoais lol pk simplesmente n konsigo komentar poesia bem).
Então é assim todo o cont está muito, mas mesmo muito bem escrito, li k tinha sido uma tradução livre de um conto de um autor k tu prontamente identificas, tenho de perguntar quão livre foi a tradução. Não notei o teu habitual jogo de palavras(posso estar terrivelmente enganado em relação a isto mas pareceu-m pelas krónicas k escreves k isso é algo k imprimes em grande parte à tua escrita), n notei esse jogo e as koisas passaram-se muito suavemente.
As descrições estão óptimas, sucintas e contando-nos o essencial, só mesmo lendo para saber disto, mesmo dos próprios robôs, a descrição do encontro amoroso, do conflicto final, da Clarice, está td mm muito bom k mais posso dizer.
O diálogo entre os diálogo entre os dois está também magnífico com as várias invocações de teorias e de citações por outros proferidas, n gosto usualmente de diálogos em forma de solilóquios, mas neste caso esta realmente era a forma q melhor resultava, o sem ´número de referências dos diálogos, as posições quase sempre contraditórias entre os dois protagonistas, e o desespero final de um dos robôs no final, foram tudo pontos explorados até ao seu máximo. Quanto à conclusão em si, excelente, excelente mesmo, a parte do homicídio e suicídio, apesar de achar q o andróide suicida nunca se iria deixar vergar pelas filosofias niilistas do outro(n m lembro dos nomes deles foi referido?) simplesmente pq ele defeniu completamente e no seu âmago o q era a religião e a fé.
Quanto à estória do conto em si mesma, bem este é sem dúvida um tema pouco habitual(do k eu já li, a perspectiva dos robôs é abordado de forma diferente), ainda assim é muitíssimo bem explorado, pessoalmente penso k haveria melhores temas para se escrever mas no seu género é deveras bom, n concordei com as conclusões retiradas pelas andróides, a respeito do amor e do sexo, mas foi sem dúvida muito interessante perceber k pela perspectiva deste texto os robôs eram uma imitação de vida, completamente artificiais, programados e sem liberdade, muito bem, especialmente outra vez, a parte final, tanto qdo eles se referem ao momento em k estao a viver e se interrogam se alguma vez akela historia passará a estoria komo no comando final: format c, e no k o andróide suicida escreveu.
Isto vai soar muito mal, mas realmente em grande parte isto era 1 tradução n era silent?É pq se n era entao este texto deve ter sido em termos de escrita o melhor, mas de longe, q eu ja li dos utilizadores deste fórum, é k está mm bom, e sem os teus habituais jogos de palavras(ok mais uma vez isto é uma preferência pessoal visto k eu n gosto nada da escrita kdo mete grandes jogos de palavras, repetições exageradas e palavras similares na grafia e fonia para mim a escrita deverá ser simples e fluida, com figuras de estilo k a adornem mas sem exageros), estes noto-os em muito menor escala e dimensão, tornando-se muito mais aprazíveis.
Escrita soberba.
This post has been edited by Askane on Dec 15 2004, 01:04 AM
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| Bad Girl |
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Escritor sem editora
  
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já li o conto que me enviaste, por isso venho aqui comentar.
devo dizer primeiro que estranhei que fosse uma tradução e não um trabalho teu, mas de qualquer maneira ao ser uma tradução ´´e também um trabalho teu. tentei encontar o conto original na internet para comparar mas como não encontrei não tive hipotese disso.
devo dizer que achei a história muito bem escrita com descrições detalhadas que ajudam o leitor a criar uma imagem clara da cena em questão. Gostei dos diálogos, embora não apreciasse muito aquela cena de repetires duas vezes o mesmo.
a história em si, dos robots se assemelharem aos humanos e imitarem-no, divo dizer que teoricamente seria algo impossivel, falo principalmente do facto de bebeerem wisky. Isso, os liquidos fariam com que os circuitos electrónicos da máquina deixassem de funcionar. lembrei-me logo do filme Inteligência artificial. depois o facto do outro robot exprimir sentimentos como amor e raiva entre outros. acho que também seria impossivel já que os robots são apenas máquinas programáveis e sentimentos como aquiles implicam muito mais, reaçãos impossiveis fde controlar e isso é uma das coisas que nos torna humanos. gostei particularmente das citações referidas de Tolstoi, Nietzsche, Marx e outros.
adorei a entrada do mitologia nordica em cena. a história de Balder encaixa como uma luva no conto.
apesar de tudo se passar com robots a sensação que tivo foi que na realidade era de humanos se tratavam, com todos aqueles sentimentos e opiniões diferentes de cada um. Aquele robot que defendia que os robots também podiam amar e tal realmente fez-me lembrar o filme I Robot, no qual um robot (sonny axo, também tinha snetimentos e sonhos até). aparecia mesmo que ele se estava a tornar num humano. e por falar em humano admito que achei engraçado o facto dos robots acherem os humanos de giros e que deviam estar no zoo.
Contos destes devo dizer que não existem muitos, embora existam alguns ou já se comece a pensar já neles.
a parte de que mais gostei foi a ultima parte em que o robot se enfurece e elimina o outro atirando-o pela janela (acto que considero muito humano, um programa apenas não conseguiria provocar tal reação) e depois quando a policia chega e ele usa o format c, que tu definiste também como portador-do-sempre-sono, realmente algo bem adequado. as palavras no fim definem definitivamente o conto.
em conclusão é um conto simples, bem escrito com optima sonoridade e fluidez. adorei o texto. parabens pelo exelente trabalho de tradução.
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| Snipper Lundur |
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Antes de começar o meu comentário queria apenas opinar acerca do que disse a elfa da luz, que os robots não poderiam beber whiskey. Isso seria, por exemplo, no A.I., mas esta história é de todo diferente e nada te indica que a construção dos andróides não era feita para permitir tal, pelo que me parece perfeitamente bem que bebam e mais ainda, é um detalhe que enriquece o texto (e me deixa a pensar: o que acontece depois ao whiskey? deve ser "evacuado" :P , pronto a reutilizar.
Bem, quanto à minha opinião:
Acho que escreveste tudo muito bem, como é hábito e esperado, pelo que não me vou alongar no campo da escrita, onde a minha opinião te é já conhecida. Apenas aponto um erro tipográfico, se ainda me lembro, no início do último parágrafo de uma página em que falam do sexo. Acho que escreveste qualquer coisa (lembro-me que tinha hífen) em que falta um "u".
Quanto à questão filosófica do texto, acho muito bem conduzida a conversa entre os dois robots, de forma tão humana que faz o leitor indagar-se imenso acerca da malhas da robótica na realidade que descreves, e nesse campo realço a historia das machinas. O único pequeno senão é que está um pouco dissimulada, difícil de apanhar à primeira, a ideia de o robot mais novo ter chegado à conclusão determinista da sua existência; por momentos não percebi muito bem o porquê do robocídio, se bem que pensando um bocadinho cheguei lá. Não sei se era a tua intenção mas sugiro que, se procurares alterar e aperfeiçoar alguma coisa, tornes a dita conclusão ligeiramente mais óbvia. Torna o propósito do conto mais claro.
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