endor || -> Umbar - Cidade dos Corsários


» novidades :: outubro 2009

       

.: 03/10/09
Caros Endorianos: Criado o fórum "Salões de Mandos" para posts inativos. Tópicos com mais de um ano sem atualizações e sem jogadores ativos serão os primeiros a serem movidos.

.: 31/03/09
Caros Endorianos: providências estão sendo tomadas para o retorno do redirecionamento do site. Assim, será mais fácil acessar Endor de qualquer lugar, com um endereço simples e prático. Aguardem!

.: 09/03/09
Os novos moderadores foram empossados, qualquer duvida ou pergunta ou sugestão sobre o jogo, podem falar com o Acácio, a Elendili ou com o Junior.

.: 08/03/09
Atualização nos cenários de Gondor, com a descrição de inúmeras regiões faltantes no
Outras localidades de Gondor.

.: 25/02/09
Tem-se início a eleição para o novo Conselho Moderador de Endor, participe, ajude Endor a continuar sendo este jogo que todos gostamos, mais informações no em off.

.: 22/02/09
Tópico importante sobre a moderação no em off.

.: 24/11/08
E está aberta a votação para os melhores de Endor. Maiores informações em off.

.: 10/11/08
Atenção jogadores! Preparem-se para a escolha dos Melhores de Endor!!

.: 25/10/08
Atualizações nos Cenários. Jogadores, tópico importante em off. Leiam por favor!

.: 16/10/08
ATENÇÃO! Por um problema nos servidores do InvisionFree, perdemos os dados que haviam sido postados desde metade da tarde de domingo (12/10) até ontem. Por favor, leiam o post em off para maiores esclarecimentos.

.: 06/09/08
Atualizando o fórum =)

.: 22/09/07
Recolocado o Quadro de Aniversários. Se o seu não estiver lá, entre em contato com os moderadores! =)

.: 04/05/07
Adicionados os links para os sites parceiros, os play-by-fórum The Last GloryeSaint Seiya VorteX.

.: 28/03/07

Endor completa três anos de existência, três anos de grandes aventuras.
Parabéns a todos jogadores que fizeram e fazem de Endor um grande jogo.

.: 18/03/07
Atualizado o cenário de Rhûn, com descrição dos doze reinos, adicionou-se alguns acontecimentos na linha do tempo, criado um tópico de personagens para doação no fórum “Off”

.: 15/03/07
Criado uma Linha de tempo com os principais fatos ocorridos em Endor desde o ano 1 da quarta era até o ano 24

.: 07/03/07
Atualização nos cenários de Eriador, com a descrição da região dos orcs ao norte, do Ducado de Minhiriath, Principado de Fornost e um geral sobre Eriador.

.: 06/03/07
Novo Fórum "Ainulindalë". Deixe a imaginação te levar para outras eras. Crie histórias nos mais diversos cenários e em qualquer tempo! =)


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 Umbar - Cidade dos Corsários, É noite no Âncora!
Lakésis
Posted: Oct 14 2009, 10:00 PM





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Joined: 13-October 09



Lakésis precisou realizar um esforço quase hercúleo para conter uma gargalhada de puro prazer ao ouvir as palavras de lord Narukhôr. Não era tola e era experiente em perceber sentimentos nos homens, sabia que o efeito de suas palavras foi o que ela esperava. Aceitou as moedas com uma mesura educada e deixou o gabinete.

Já estava a alguns quarteirões do escritório do alcaide quando encostou-se num muro e riu. Riu como uma criança que ganha um presente, riu com puro deleite. Acreditava que sua vingança estava garantida!

Em sua mente, traçava o desfecho glorioso para aquela empreitada: a aliança entre ela e lord Narukhôr terminaria por dar-lhe o Âncora Vermelha. Lakésis podia ver-se radiante ocupando o lugar de Maharet, soberana, deslumbrante, uma verdadeira deusa da beleza pisando entre os mortais. Nada poderia afastá-la do seu final feliz.

Seria então a senhora. Quanto à Onya, vingar-se de Onya não seria difícil... Venderia a cortesã como escrava para um cortume ou como estivadora e gostaria de ver se a jovem dançarina seria tão petulante uma vez que fosse privada de sua vida fácil.

Quanto a Maharet, ela se arrependeria amargamente do dia em que ousou humilhar Lakésis na frente das outras cortesãs o Âncora... Lakésis pretendia transformar a atual senhora em algo menor que um verme. Cortar-lhe-ia as longas e belas madeixas escuras e transformá-la-ia numa escrava qualquer. Veria se Maharet poderia ser ainda tão majestosa enquanto estivesse encurvada esfregando um assoalho...

Não tinha como seu futuro brilhante ser diferente! Era absolutamente impossível!
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Maharet
Posted: Oct 19 2009, 01:22 PM





Group: Humanos
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Joined: 24-August 08



Mais tarde...

Todos haviam deixado a sala de música, apenas Maharet permaneceu mergulhada em suas próprias considerações. Tinha a estranha sensação de que o que ocorrera ali era apenas o início de uma série de eventos que mudaria a vida de todos completamente.

Para o bem ou para o mal.

Pensou na jovem Onya. É claro que não havia cedido aos apelos dela quanto a jóia de família.

- Convença-me!

Havia sido a resposta dela à prostituta. Sabia que Onya podia ser tão astuta quanto selvagem.

(...)

Os raios de sol despediram-se relutantes do belo salão deixando a dona do âncora envolta em penumbra como por um manto. De lugar nenhum, como se tivesse surgido do nada a figura negra de seu servo materializou-se perante seus olhos. Não se assustou. Sabia o quanto Dijii podia ser silencioso e discreto em suas aparições.

- Lorde Narukhôr senhora, acompanhado de soldados. Está no escritório e deseja vê-la imediatamente.

Maharet continuou mirando a escuridão.

- Não gostei do olhar dele senhora.

- Começou Dijii.
Ela constatou simplesmente.

Levantou-se sem mais delongas e foi até o escritório. Havia dois brutamontes parados à porta do lado de fora, aos quais ela ignorou. Encontrou o alcaide de costas para a porta observando a enorme pintura que tomava toda a parede por trás da escrivaninha e retratava lindas jovens coroadas com guirlandas de flores silvestres banhando-se em um lago cristalino.

- Meu senhor...

Narukhôr virou-se lentamente mantendo olhar frio sobre ela. Aproximou-se então, até estar próximo o suficiente para que ela lhe sentisse o hálito.

- Traga a mulher chamada Jasmira. Vou levá-la para averiguação.

- Você não pode fazer isso! Nós...


Contudo a senhora daquela casa não pode completar sua frase, pois um tapa rápido e certeiro acertou a face imaculada de Maharet que silenciou atônita enquanto a vermelhidão causada pela mão pesada espalhava-se pela face dela como fogo na palha seca.

- Quem você acha que é para dizer o quê eu posso ou não posso fazer?!

Ela guardou em seu interior qualquer lágrima que tivesse vontade verter naquele instante, mantendo-se firme como o rochedo que suporta a tormenta. Não era a primeira humilhação que sofrera e sabia que não seria a última.

- Nós tínhamos um acordo.
- Eu alterei o acordo.
Ele respondeu secamente. - Ore para que eu não o altere ainda mais.
- Por favor, milorde! Ela é só uma menina tôla! Você não precisa levá-la, terá todas as suas respostas aqui mesmo.


Maharet procurava desesperadamente algo que pudesse barganhar com Narukhôr, mas o que ela poderia oferecer que ele já não possuísse? Já havia levado tudo, até sua dignidade.

- Eu ficaria eternamente grata se atendesse só mais este pedido. Ela aconchegou o corpo dela ao dele acariciando o cabelo escuro do prefeito.

- Eu já paguei pela sua gratidão Maharet e até onde eu sei esta que você diz menina pode ser cúmplice de um assassinato. Vamos ver o que o marinheiro apaixonado vai fazer quando souber que sua flor do lodo está hospedada nas masmorras de Umbar!

A prostituta se afastou sentindo-se completamente impotente.

- Não faça isso meu senhor, ela não vai suportar as masmorras. É frágil como um passarinho. Estava praticamente implorando.

- Você devia ter pensando nisso quando permitiu que este romance acontecesse. Se ela morrer a culpa é toda sua. Ele contrapôs sem esconder o prazer. Pela primeira vez em todo tempo em que a conhecia sentiu que tinha verdaeiro controle sobre a prostituta.

- Mais uma coisa, eu mandarei dois homens para buscar àquela a quem chamam Onya. Já que soube que ela prefere a ralé à nobreza, servirá a meus soldados hoje à noite.

- Soldado? Você dará Onya a um soldado? Qual soldado? Seu capitão?


Parecia que havia mais surpresas do que ela estava preparada para agüentar.

- A todos eles...

- Não!
A voz dela se levantou firme embora horrorizada. Não permitirei! Ela não é sua para você usar! Vai matá-la!

Maharet desafiou Narukhôr. Amava aquela casa mais do que tudo, mas mesmo a casa não valia a vida de Onya. Lutaria mesmo que proteger Onya significasse a condenação de todos que habitavam o Âncora Vermelha.

O homem segurou Maharet pelo pulso e apertou tanto que logo os dedos lívidos da prostituta escureceram.

Como ela se atrevia a desafiá-lo? Uma vadia!

- Escute bem Maharet! Faça o que eu mando ou logo terá Jasmira de volta, um pedaço de cada vez. Você escolhe!

Empurrou a cortesã com tanta força que ela tombou sobre a escrivaninha.

Saiu do rico escritório gritando aos guardas que levassem Jasmira, enquanto Maharet deslizava até o chão, para permanecer ali em posição fetal...

This post has been edited by Maharet on Oct 19 2009, 03:05 PM
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Maharet
Posted: Oct 22 2009, 10:01 PM





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Logo, os lamentos desesperados de Jasmira puderam ser ouvidos por todos os lugares da casa. Ela gritava e gemia enquanto os homens de Narukhôr a arrastavam pelo corredor em direção à porta. Dijii adivinhando toda situação não partiu em auxílio à jovem ruiva, mas correu para o escritório. Sua única preocupação era Maharet. As outras jovens atraídas pela confusão, amontoavam-se surpresas e assustadas como gazelas acuadas pelo fogo. Por sorte ainda não havia clientes na casa, ninguém além do alcaide e Gimilzirân.

Ao encontrar Maharet caída, Dijii precipitou-se sobre ela:

- Senhora!!!!

A tomou em seus braços dos quais a perda da masculinidade e a escravidão não puderam roubar o vigor. A prostituta encostou a cabeça por uns momentos no peito do servo, enquanto ele a examinava em busca de ferimentos. Seus olhos ansiosos pararam então sobre as marcas negras no pulso de Maharet.

- Vou matá-lo. Ele murmurou.

Aquela frase curta e direta pareceu roubar a dona do Âncora do torpor que a acometia.

- Não! Ela comandou.

- Eles estão levando Jasmira, senhora!

- Eu sei.
Respondeu apertando o braço do escravo com força. Fez menção que desejava se levantar, desejo que ele atendeu prontamente.

Maharet recompôs-se da melhor maneira que podia, caminhou até o corredor apenas para encontrar olhares que faziam inúmeras perguntas.

- Não deixem que me levem! Jasmira implorou quase engasgando com o próprio choro. As outras jovens se voltaram para Maharet, como se voltaram os empregados, os soldados, até mesmo o alcaide. Pareciam acreditar que a cortesã tinha em suas mãos o poder supremo de mudar o destino da amada de Zafir. No entanto Maharet, nada disse ou fez que pudesse salvar a moça. Apenas caminhou até Jasmira e falou baixinho bem próximo ao ouvido dela:

- Sobreviva.

Deu às costas num farfalhar de saias e voltou para o escritório para estupefação de todos, seguida imediatamente por Dijji. Ele, apenas ele, não a julgou naquele momento. Não importava o que a tinha feito agir tão friamente, mas se fizera assim deveria haver um motivo e um muito bom.

Lá, ela desabou sobre a cadeira e apoiou a testa na mão. O negro permaneceu em silêncio.

- Dijii... – Ela resolveu falar. – Peça a Grid que fale à lorde Gimilzirân. – Não ouso sonhar que os Aldamiri vão imiscuir-se em assuntos de gente como nós, mas lorde Gimil tem bom coração, não é como os outros. – Só precisamos saber a quem pagar para proteger Jasmira na masmorra. Diga a ele que dinheiro não é problema.

- Imediatamente senhora.
Ele já ia sair quando ela o interrompeu. – Ainda não terminei... Retirou então um delicado cordão de ouro que estava pendurado em seu elegante pescoço e terminava entre os seios, e dele sacou o pingente de Onya e um molho de chaves.

- Entregue isto a Onya...

O servo não mostrou muita compreensão, mas segurou o pingente em suas mãos.

- Dijji, ouça bem. Tenho algo importante para resolver fora do Âncora esta noite e se eu não retornar... Ela pausou um minuto sob o peso das próprias palavras. – Quero que você leve Onya para o navio de Tolmar. – Ele é um antigo cliente e um bom amigo. Diga a ele que a esconda até que o navio dele deixe Umbar. Dê algum dinheiro para as despesas e a Onya também, para que ela comece a vida em algum outro lugar.

O servo preparou-se para protestar confuso e assustado, mas ela colocou o delicado indicador levemente sobre os lábios do negro. Pegou as chaves então e entregou a ele.

- Se eu não voltar, o Âncora é seu... - Peça a ajuda de Grid, ela é uma boa moça, irá auxiliá-lo a manter a casa.

- Senhora, eu não entendo!!! - Aonde vais? Conte-me o que está acontecendo!


Maharet sacudiu a cabeça negativamente. Havia uma grande pungência naquele simples ato. Colocou-se então na ponta dos pés e beijou a face do servo que fechou os olhos, trêmulo.

- Agora me deixe só, preciso me preparar.

- Preparar para quê senhora?
Ele perguntou quase em agonia.

- Uma tarefa que cabe a mim e a mais ninguém. Agora me deixe!

Aquela noite ela precisava estar mais gloriosa que nunca...

This post has been edited by Maharet on Oct 22 2009, 10:25 PM
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Maharet
Posted: Nov 4 2009, 10:12 PM





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Narukhôr dirigiu-se ao alojamento dos soldados. Esperava mostrar naquela noite que debochar do Alcaide de Umbar não era um erro o qual uma pessoa poderia cometer e se safar livremente. Parou sob uma das várias tochas que iluminava o pátio exterior do alojamento da soldadesca e sorveu a fresca da noite de muitas estrelas. Trajava o negro costumeiro, embora sempre adornado com os mais finos bordados. Os cabelos, da mesma cor de sua roupa, estavam presos para trás por uma presilha de ébano e pedras preciosas.

Estava satisfeito consigo mesmo, saboreando antecipadamente sua vingança.

Antes de entrar parou para afastar uma mecha que lhe perturbava a fronte quando estranhou a mansidão do local. Em vez do burburinho e palavras grosseiras que esperaria ouvir naquela situação havia tensão, como a de respiração presa, ansiosa por exalar. Entrou de uma vez só para encontrar todos parados olhando na mesma direção:
Uma figura encapuzada parada no centro do grande alojamento.

A cabeça baixa, oculta pela sombra do manto não permitia que lhe divisassem o rosto, apenas o adivinhassem. Mesmo assim oculta já parecia exercer algum fascínio sobre aquela turba de homens grosseiros, mesmo entre os nem tanto como se lhe pressentissem a origem e o perfume.

Os dentes claros de Narukhôr se abriram em um sorriso largo, duplamente por sua vingança e pela certeza da obediência de Maharet. Nada lhe dava mais prazer do que a sensação de poder e controle, talvez só os prazeres do leito da senhora do Âncora.

- Para que não digam que Narukhôr não cuida de seus homens!!! Trouxe-lhes uma surpresa para esta noite. Gritou em tom galhofeiro o que pareceu despertar aqueles soldados que se agitaram como uma matilha selvagem e barulhenta.

- Um presente do Âncora Vermelha! O Alcaide gritou mais alto ainda levantando os braços festeiramente, sendo recebido com urros. – Vamos mulher! Mostre-se! Ou será que tu só te agradas de marinheiros sujos????

Muitos risos e empurrões, com os soldados já ansiosos para desfrutar o prêmio. Contudo mãos claras como pétalas que brotaram do manto escuro novamente realizaram seu feitiço calando a todos, até o arrogante alcaide. Os peitos másculos inflados com o ar que não queria sair, arfavam cada vez mais pasmos com o que ia desabrochando frente a eles, profusão de cabelos negros emoldurando um rosto de deusa, etérea e intocável.

Toda cor foi roubada do rosto de Narukhôr e seus lábios se fecharam em uma linha tão fina que poderia se dizer que não existiam. O ódio e a indignação invadiram todas as células de seu corpo como uma tormenta arrasadora.

- Maharet...

- Milorde Narukhôr ... Ela respondeu agridoce perante a uma platéia pasma que já não sabia mais o que pensar ou dizer.

- Como ousas? Ele falou por entre os dentes.

- Onya é minha escrava, e como tal, conforme a tradição, se ela não tiver cometido crime contra as leis, não pode ser obrigada a fazer nada ou sofrer punição a não ser pelas mãos de seu proprietário. Eu.

O homem bufou pronto a matar, pronto a arrancar da mulher aquela segurança, aquela certeza, retalhar aquele rosto até que a beleza imperturbável se esvaísse para nunca mais voltar.

- Contudo... Ela continuou impassível. – Milorde foi ofendido e há que receber reparação. Por isso aqui estou para cumprir o destino que à minha escrava foi imposto. Levou as mãos aos ombros e liberou o manto deixando entrever as formas mal escondidas pelo delicado vestido que lhe descia drapeado até os pés.

Em cada rosto um olhar castanho de espanto, deslocando-se então para seu mestre à procura de resposta.

A palidez do alcaide era mortal como também era seu dilema. Não podia suportar a idéia de ter sido ludibriado, desafiado por aquela a quem acreditava controlar completamente, contudo podia suportar menos ainda a idéia daqueles homens tocando no que era seu, a idéia de todas aquelas delícias conspurcadas e perdidas para sempre.

Do alto de seu pedestal Maharet observava fria como se alma e coração há muito já não encontrasse morada naquela casa, guardados em um lugar seguro onde as agruras do mundo jamais poderiam alcançar.
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